sexta-feira, 26 de outubro de 2018

INSTITUTO PIO XII APRESENTA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA 2019


Fundado em 1948, pelo saudoso Monsenhor Antônio Barros, este ano o Instituto Pio XII tem passado por grandes transformações, tanto na parte pedagógica, quanto na administrativa.


No início do ano letivo, o padre José Lenilson, pároco da Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim, a quem a instituiçao educacional pertence, nomeou um Conselho Administrativo, que desde então tem realizado as mudanças necessárias que a escola precisava.


Na noite desta quinta-feira, 25, o Instituto Pio XII apresentou à sociedade mipibuense a proposta pedagógica da escola para o ano de 2019.


Dentre as mudanças que a instituição pretende implantar, destacamos a imersão do idioma inglês, fazendo com que o Instituto Pio XII seja a primeira escola bilíngue de São José de Mipibu. Ana Santana, parceira da escola, ressaltou que o sistema bilíngue é muito mais do que o curso de inglês, onde na verdade as crianças lidam com o idioma nas atividades do cotidiano, preparando estes alunos para o mundo, e não apenas às necessidades do país.


Outra inovação da escola é a disponibilidade de aulas de robótica, que além de facilitar a compreensão dos conteúdos circulares, possibilita o desenvolvimento de diferentes habilidades, como o trabalho colaborativo, o raciocínio lógico e a criatividade.


Os pais que se sentirem interessados em conhecer a proposta pedagógica do Pio XII para 2019, podem se dirigir à escola, onde poderão tirar dúvidas, e inclusive conhecer também as promoções relacionadas às matrículas e mensalidades para o próximo ano letivo.


Ao final da apresentação, o padre Lenilson agradeceu a participação dos pais que estiveram presentes. Ele ressaltou a importância do acompanhamento dos mesmos na vida das crianças. O sacerdote reafirmou também o compromisso da escola com a evangelização, que agregada à geração de conhecimento, proporciona a formação de cidadãos e cidadãs mais conscientes de seus direitos e deveres.

Fotos: Renan Silva

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

PARÓQUIA PROMOVE ENCONTRO PARA LIDERANÇAS


A paróquia de Sant"Ana e São Joaquim promoveu nesse domingo, 23, um dia inteiro de formação para 80 pessoas, dentre elas, as lideranças das comunidades, coordenadores de pastorais e setores missionários, além de funcionários da paróquia.



A palestrante foi a Coach Ana Paula, que tratou do tema liderança a partir do maior líder da humanidade, Jesus Cristo. Inicialmente os participantes fizeram um autoreconhecimento listando suas qualidades e seus pontos de melhoramento e, posteriormente foram expostas as qualidades de um bom líder a partir da vida Jesus Cristo.


O evento também contou com momentos de espiritualidade e exposição do santíssimo, encerrando o encontro.

Fotos: Marco Antônio

terça-feira, 11 de setembro de 2018

SEGUE-ME: PRÉ-INSCRIÇÕES COMEÇAM DIA 23 DE SETEMBRO



É um movimento de jovens e casais da igreja católica, que surgiu sob a inspiração dos Encontros de Jovens com Cristo, pensado e criada pelo padre Alfonso Pastore.

O primeiro Segue-Me aconteceu no ano de 1979 na Paróquia do Divino Espírito Santo do Guará II, em Brasília, e teve como orientador o padre Antônio Chirulli. A expressão “Segue-Me” é tirada da Sagrada Escritura, e inspirada na vocação de Mateus: “partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado no telônio e disse-lhe: Segue-me – e ele levantou-se e seguiu-O” (Mt 9,9).

No mês de novembro, a Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim, em São José de Mipibu, realizará o seu 4º Segue-me. Este ano, os jovens que quiserem participar do encontro deverão realizar sua pré-inscrição, que no centro, acontecerá no dia 23 de setembro, após a missa das 7h, ao lado da igreja matriz.


Os jovens devem ficar atentos aos critérios e documentação necessária para realizarem as pré-inscrições. Uma das principais mudanças para este ano é com relação à idade, que será de 16 a 19 anos.

Na comunidade do Arenã, as pré-inscrições serão realizadas no domingo, 30 de setembro, após a missa das 17h, ao lado da igreja da comunidade.


Já em Laranjeiras do Abdias, as pré-inscrições ocorrerão antes da missa das 19h, ao lado da igreja da comunidade, também no domingo, 30 de setembro.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

ENCONTROS MISSIONÁRIOS - Setembro e outubro de 2018





Tema: 

Enviados para testemunhar o Evangelho da paz, para que em Cristo, a Sabedoria encarnada, nossas Comunidades tenham vida.




(Preparar local com bíblia, flores e algum símbolo missionário)

1 - Acolhida: Queridos irmãos e irmãs, estamos vivendo este tempo forte de missão. Queremos dar as boas-vindas a todos. É uma alegria a gente poder se reunir para, na experiência da setorização e da “Igreja em estado permanente de missão”, escutarmos a Palavra de Deus que tem poder para nos converter, curar e libertar, mas também para despertar nossa consciência para as realidades de injustiça que nos cercam. Durante nossos encontros vamos meditar dois livros da Sagrada Escritura: o Livro da Sabedoria (Sb) e o Evangelho de Marcos (Mc). Todos se sintam bem a vontade e já agradecemos a acolhida da família de... Agora, vamos cantar:

Refrão: Senhor, se Tu me chamas, eu quero te ouvir. Se queres que eu te siga, respondo: eis-me aqui.
Profetas te ouviram e seguiram tua voz, andaram mundo afora e pregaram sem temor. Seus passos tu firmastes sustentando seu vigor. Profeta tu me chamas: vê, Senhor, aqui estou. R
Nos passos do teu Filho toda Igreja também vai, seguindo teu chamado de ser santa qual Jesus. Apóstolos e mártires se deram sem medir. Apóstolo me chamas: vê Senhor, estou aqui.
Os séculos passaram, não passou, porém tua voz que chama ainda hoje, que convida a te seguir. Há homens e mulheres que te amam mais que a si, e dizem com firmeza: vê Senhor, estou aqui.


2 – Oração de abertura (para todos os dias)
Deus Pai, Filho e Espírito Santo,
nós Vos louvamos e bendizemos
pela Vossa comunhão,
princípio e fonte da missão.
Ajudai-nos, à luz do livro da Sabedoria e do Evangelho da paz,
a testemunhar com esperança,
um mundo de justiça e diálogo,
de honestidade e verdade,
sem ódio e sem violência.
Ajudai-nos a sermos todos irmãos e irmãs,
seguindo Jesus Cristo
rumo ao Reino definitivo. Amém.


3 – Ouvindo, confessando e vivendo a Palavra de Deus

Canto
A Bíblia é a Palavra de Deus
semeada no meio do povo,
que cresceu, cresceu e nos transformou,
ensinando-nos viver um mundo novo.


Deus é bom, nos ensina a viver.
Nos revela o caminho a seguir.
Só no amor partilhando seus dons,
Sua presença iremos sentir.

Somos povo, o povo de Deus,
e formamos o reino de irmãos.
E a Palavra que é viva nos guia
e alimenta a nossa união.


Leituras de cada dia (escolher duas pessoas diferentes / fazer a leitura pausadamente)

1º Dia: Sb 1, 1-15; Mc 1, 1-13
2º Dia: Sb 1, 16 _ 2, 1-7; Mc 1, 14-40
3º Dia: Sb 3, 1-9; Mc 2, 1-13
4º Dia: Sb 4, 1-6; Mc 3, 7-19
5º Dia: Sb 4, 7-14; Mc 4, 1-20
6º Dia: Sb 5, 1-14; Mc 5, 21-43
7º Dia: Sb 5, 15-23; Mc 6, 1-13
8º Dia: Sb 6, 12-22; Mc 7, 14-23
9º Dia: Sb 6, 22-26; Mc 8, 1-10
10º Dia: Sb 7, 1-14; Mc 8, 27-38
11º Dia: Sb 7, 22-30; Mc 9, 30-40
12 Dia: Sb 9, 1-18; Mc 10, 13-27

Animador: Primeiro vamos ficar bem tranquilos e fazer um breve momento de silêncio...(pausa). Pronto, com o coração sossegado vamos deixar a Palavra ser confessada pela boca: Qual o principal ensinamento que este trecho do livro da sabedoria deixa para nós? Jesus no Evangelho nos pediu o que? Seremos capazes de viver?

4 – Preces espontâneas e momento mariano
(Cada um coloca as realidades, acontecimentos e pessoas pelas quais se quer rezar)
- Todos rezam um mistério do terço com calma e paz, sentindo a presença terna de Maria Santíssima.

5 - Canto Final (escolher de preferência um mariano ou missionário)

6 – Benção e abraço da paz
Todos: Que o Senhor Deus Todo Poderoso derrame sobre esta família e sobre todos nós a sua benção. Estivemos reunidos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!


domingo, 26 de agosto de 2018

O Papa afronta com coragem os escândalos dos abusos por membros indignos da Igreja


CARTA DO PAPA FRANCISCO AO POVO DE DEUS

«Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele» (1 Co 12, 26). Estas palavras de São Paulo ressoam com força no meu coração ao constatar mais uma vez o sofrimento vivido por muitos menores por causa de abusos sexuais, de poder e de consciência cometidos por um número notável de clérigos e pessoas consagradas. Um crime que gera profundas feridas de dor e impotência, em primeiro lugar nas vítimas, mas também em suas famílias e na inteira comunidade, tanto entre os crentes como entre os não-crentes. Olhando para o passado, nunca será suficiente o que se faça para pedir perdão e procurar reparar o dano causado. Olhando para o futuro, nunca será pouco tudo o que for feito para gerar uma cultura capaz de evitar que essas situações não só não aconteçam, mas que não encontrem espaços para serem ocultadas e perpetuadas. A dor das vítimas e das suas famílias é também a nossa dor, por isso é preciso reafirmar mais uma vez o nosso compromisso em garantir a protecção de menores e de adultos em situações de vulnerabilidade.

1. Um membro sofre?


Nestes últimos dias, um relatório foi divulgado detalhando aquilo que vivenciaram pelo menos 1.000 sobreviventes, vítimas de abuso sexual, de poder e de consciência, nas mãos de sacerdotes por aproximadamente setenta anos. Embora seja possível dizer que a maioria dos casos corresponde ao passado, contudo, ao longo do tempo, conhecemos a dor de muitas das vítimas e constamos que as feridas nunca desaparecem e nos obrigam a condenar veementemente essas atrocidades, bem como unir esforços para erradicar essa cultura da morte; as feridas “nunca prescrevem”. A dor dessas vítimas é um gemido que clama ao céu, que alcança a alma e que, por muito tempo, foi ignorado, emudecido ou silenciado. Mas seu grito foi mais forte do que todas as medidas que tentaram silenciá-lo ou, inclusive, que procuraram resolvê-lo com decisões que aumentaram a gravidade caindo na cumplicidade. Clamor que o Senhor ouviu, demonstrando, mais uma vez, de que lado Ele quer estar. O cântico de Maria não se equivoca e continua a se sussurrar ao longo da história, porque o Senhor se lembra da promessa que fez a nossos pais: «dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias» (Lc 1, 51-53), e sentimos vergonha quando percebemos que o nosso estilo de vida contradisse e contradiz aquilo que proclamamos com a nossa voz. Com vergonha e arrependimento, como comunidade eclesial, assumimos que não soubemos estar onde deveríamos estar, que não agimos a tempo para reconhecer a dimensão e a gravidade do dano que estava sendo causado em tantas vidas. Nós negligenciamos e abandonamos os pequenos. Faço minhas as palavras do então Cardeal Ratzinger quando, na Via Sacra escrita para a Sexta-feira Santa de 2005, uniu-se ao grito de dor de tantas vítimas, afirmando com força: «Quanta sujeira há na Igreja, e precisamente entre aqueles que, no sacerdócio, deveriam pertencer completamente a Ele! Quanta soberba, quanta autossuficiência!... A traição dos discípulos, a recepção indigna do seu Corpo e do seu Sangue é certamente o maior sofrimento do Redentor, o que Lhe trespassa o coração. Nada mais podemos fazer que dirigir-Lhe, do mais fundo da alma, este grito: Kyrieeleison – Senhor, salvai-nos (cf. Mt 8, 25)» (Nona Estação).


2. Todos os outros membros sofrem com ele.


A dimensão e a gravidade dos acontecimentos obrigam a assumir esse facto de maneira global e comunitária. Embora seja importante e necessário em qualquer caminho de conversão tomar conhecimento do que aconteceu, isso, em si, não basta. Hoje, como Povo de Deus, somos desafiados a assumir a dor de nossos irmãos feridos na sua carne e no seu espírito. Se no passado a omissão pôde tornar-se uma forma de resposta, hoje queremos que seja a solidariedade, entendida no seu sentido mais profundo e desafiador, a tornar-se o nosso modo de fazer a história do presente e do futuro, num âmbito onde os conflitos, tensões e, especialmente, as vítimas de todo o tipo de abuso possam encontrar uma mão estendida que as proteja e resgate da sua dor (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 228). Essa solidariedade exige que, por nossa vez, denunciemos tudo o que possa comprometer a integridade de qualquer pessoa. Uma solidariedade que exige a luta contra todas as formas de corrupção, especialmente a espiritual «porque trata-se duma cegueira cómoda e autossuficiente, em que tudo acaba por parecer lícito: o engano, a calúnia, o egoísmo e muitas formas subtis de autorreferencialidade, já que “também Satanás se disfarça em anjo de luz” (2 Cor 11, 14)» (Exort. ap. Gaudete et exultate, 165). O chamado de Paulo para sofrer com quem sofre é o melhor antídoto contra qualquer tentativa de continuar reproduzindo entre nós as palavras de Caim: «Sou, porventura, o guardião do meu irmão?» (Gn 4, 9).

Reconheço o esforço e o trabalho que são feitos em diferentes partes do mundo para garantir e gerar as mediações necessárias que proporcionem segurança e protejam a integridade de crianças e de adultos em situação de vulnerabilidade, bem como a implementação da “tolerância zero” e de modos de prestar contas por parte de todos aqueles que realizem ou acobertem esses crimes. Tardamos em aplicar essas medidas e sanções tão necessárias, mas confio que elas ajudarão a garantir uma maior cultura do cuidado no presente e no futuro. Juntamente com esses esforços, é necessário que cada batizado se sinta envolvido na transformação eclesial e social de que tanto necessitamos. Tal transformação exige conversão pessoal e comunitária, e nos leva dirigir os olhos na mesma direção do olhar do Senhor. São João Paulo II assim o dizia: «se verdadeiramente partimos da contemplação de Cristo, devemos saber vê-Lo sobretudo no rosto daqueles com quem Ele mesmo Se quis identificar» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 49). Aprender a olhar para onde o Senhor olha, estar onde o Senhor quer que estejamos, converter o coração na Sua presença. Para isso nos ajudarão a oração e a penitência. Convido todo o Povo Santo fiel de Deus ao exercício penitencial da oração e do jejum, seguindo o mandato do Senhor[1], que desperte a nossa consciência, a nossa solidariedade e o compromisso com uma cultura do cuidado e o “nunca mais” a qualquer tipo e forma de abuso. É impossível imaginar uma conversão do agir eclesial sem a participação activa de todos os membros do Povo de Deus. Além disso, toda vez que tentamos suplantar, silenciar, ignorar, reduzir em pequenas elites o povo de Deus, construímos comunidades, planos, ênfases teológicas, espiritualidades e estruturas sem raízes, sem memória, sem rostos, sem corpos, enfim, sem vidas[2]. Isto se manifesta claramente num modo anômalo de entender a autoridade na Igreja - tão comum em muitas comunidades onde ocorreram as condutas de abuso sexual, de poder e de consciência - como é o clericalismo, aquela «atitude que não só anula a personalidade dos cristãos, mas tende também a diminuir e a subestimar a graça batismal que o Espírito Santo pôs no coração do nosso povo»[3]. O clericalismo, favorecido tanto pelos próprios sacerdotes como pelos leigos, gera uma ruptura no corpo eclesial que beneficia e ajuda a perpetuar muitos dos males que denunciamos hoje. Dizer não ao abuso, é dizer energicamente não a qualquer forma de clericalismo.

É sempre bom lembrar que o Senhor, «na história da salvação, salvou um povo. Não há identidade plena, sem pertença a um povo. Por isso, ninguém se salva sozinho, como indivíduo isolado, mas Deus atrai-nos tendo em conta a complexa rede de relações interpessoais que se estabelecem na comunidade humana: Deus quis entrar numa dinâmica popular, na dinâmica dum povo» (Exort. ap. Gaudete et exultate, 6). Portanto, a única maneira de respondermos a esse mal que prejudicou tantas vidas é vivê-lo como uma tarefa que nos envolve e corresponde a todos como Povo de Deus. Essa consciência de nos sentirmos parte de um povo e de uma história comum nos permitirá reconhecer nossos pecados e erros do passado com uma abertura penitencial capaz de se deixar renovar a partir de dentro. Tudo o que for feito para erradicar a cultura do abuso em nossas comunidades, sem a participação activa de todos os membros da Igreja, não será capaz de gerar as dinâmicas necessárias para uma transformação saudável e realista. A dimensão penitencial do jejum e da oração ajudar-nos-á, como Povo de Deus, a nos colocar diante do Senhor e de nossos irmãos feridos, como pecadores que imploram o perdão e a graça da vergonha e da conversão e, assim, podermos elaborar acções que criem dinâmicas em sintonia com o Evangelho. Porque «sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo actual» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 11).
É imperativo que nós, como Igreja, possamos reconhecer e condenar, com dor e vergonha, as atrocidades cometidas por pessoas consagradas, clérigos, e inclusive por todos aqueles que tinham a missão de assistir e cuidar dos mais vulneráveis. Peçamos perdão pelos pecados, nossos e dos outros. A consciência do pecado nos ajuda a reconhecer os erros, delitos e feridas geradas no passado e permite nos abrir e nos comprometer mais com o presente num caminho de conversão renovada.
Da mesma forma, a penitência e a oração nos ajudarão a sensibilizar os nossos olhos e os nossos corações para o sofrimento alheio e a superar o afã de domínio e controle que muitas vezes se torna a raiz desses males. Que o jejum e a oração despertem os nossos ouvidos para a dor silenciada em crianças, jovens e pessoas com necessidades especiais. Jejum que nos dá fome e sede de justiça e nos encoraja a caminhar na verdade, dando apoio a todas as medidas judiciais que sejam necessárias. Um jejum que nos sacuda e nos leve ao compromisso com a verdade e na caridade com todos os homens de boa vontade e com a sociedade em geral, para lutar contra qualquer tipo de abuso de poder, sexual e de consciência.

Desta forma, poderemos tornar transparente a vocação para a qual fomos chamados a ser «um sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano» (Conc. Ecum. Vat. II, Lumen gentium, 1).
«Um membro sofre? Todos os outros membros sofrem com ele», disse-nos São Paulo. Através da atitude de oração e penitência, poderemos entrar em sintonia pessoal e comunitária com essa exortação, para que cresça em nós o dom da compaixão, justiça, prevenção e reparação. Maria soube estar ao pé da cruz de seu Filho. Não o fez de uma maneira qualquer, mas permaneceu firme de pé e ao seu lado. Com essa postura, Ela manifesta o seu modo de estar na vida. Quando experimentamos a desolação que nos produz essas chagas eclesiais, com Maria nos fará bem «insistir mais na oração» (cf. S. Inácio de Loiola, Exercícios Espirituais, 319), procurando crescer mais no amor e na fidelidade à Igreja. Ela, a primeira discípula, nos ensina a todos os discípulos como somos convidados a enfrentar o sofrimento do inocente, sem evasões ou pusilanimidade. Olhar para Maria é aprender a descobrir onde e como o discípulo de Cristo deve estar.
Que o Espírito Santo nos dê a graça da conversão e da unção interior para poder expressar, diante desses crimes de abuso, a nossa compunção e a nossa decisão de lutar com coragem.
Francisco
Cidade do Vaticano, 20 de Agosto de 2018.


[1] «Esta espécie de demónios não se expulsa senão à força de oração e de jejum» Mt 17, 21.
[2] Cf. Carta do Santo Padre Francisco ao Povo de Deus que peregrina no Chile, 31 de Maio de 2018.

domingo, 22 de julho de 2018

AFILHADOS ENGRANDECEM A FESTA DE SANT'ANA E SÃO JOAQUIM


Se tem uma coisa que já virou tradição neste momento festivo é a participação do afilhados de Sant'Ana e São Joaquim, que só engrandecem a festa dos excelsos padroeiros. Na imagem, o registro da Irmã Iva Korb, ladeado do Padre Ednaldo Virgínio, Diretor da Dimensão Espiritual, no Seminário de São Pedro, e Capelão do Colégio Nossa Senhora de Fátima, que presidiu o novenário neste sábado, 21 de julho.


O tema refletido na noite foi: O dízimo, a vocação e a missão. A quinta noite de novenário também teve grande participação do povo de Deus.



Ressaltamos que no próximo domingo, 29, será realizada a 13ª edição da Cavalgada de Sant'Ana e São Joaquim. O kit custa R$ 45,00 e dá direito ao café da manhã e feijoada. Você pode adquirir seu kit também no pavilhão da festa, sendo possível inclusive comprar no cartão de crédito.

GECASIL PROMOVE PASSEIO CICLÍSTICO DOS PADROEIROS


Sob coordenação do Grupo de Escoteiros Santo Inácio de Loyola - GECACIL, a Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim realizou na manhã deste domingo, 22, mais uma edição do Passeio Ciclístico dos Padroeiros.



Um momento de confraternização e união, que contou com grande participação de ciclistas de toda a região.


De acordo com informações da coordenação do GECACIL, ao todo foram percorridos aproximadamente 20 quilômetros, passando por lagoas e outros pontos de São José de Mipibu e Nísia Floresta.

4ª NOITE DE NOVENÁRIO DE SANT'ANA E SÃO JOAQUIM


A 4ª noite de novenário de Sant'Ana e São Joaquim teve como pregador o Padre Francisco Fernandes, Administrador Paroquial da Paróquia de Bom Jesus das Dores, Ribeira Natal. O sacerdote refletiu o seguinte tema da noite: O poder como serviço, o dízimo como corresponsabilidade.


Um dos noiteiros foi o Instituto Pio XII, uma instituição educacional pertencente à paróquia, com 70 anos de história, que em 2018 vem sofrendo mudanças significativas na parte pedagógica e administrativa, o que tem gerado ótimas expectativas para toda a comunidade escolar.


A festa das famílias mipibuenses tem recebido expressiva participação da nossa juventude, que todas as noites tem grande participação nas atividades.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS 20 ANOS DA PASTORAL DO DÍZIMO


A Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim viveu outro momento de grande importância na noite desta quinta-feira, 19, ao celebrar 20 anos de atuação da Pastoral do Dízimo na cidade de São José de Mipibu.


A Missa em Ação de Graças foi presidida pelo Arcebispo Emérito de Natal, Dom Matias Patrício de Macedo. O tema de reflexão da noite foi: O dízimo é sinal de superação da ganância e da idolatria do dinheiro.


O momento também serviu para celebrar o envio de Raul Barbosa, consagrado da Comunidade Católica Shalom, à Nazaré. Raul ficará dois anos na Terra Santa servindo à obra de Deus.


"Como é importante na vida de quem se consagra a Deus a consciência da eleição divina. Não somente importante, é aquilo que existe de mais essencial e mais básico. Ninguém, jamais, deve atrever-se aproximar-se do altar do Senhor e se consagrar a Ele sem que seja por uma convicção de que Deus a isto lhe chamou, de que Deus lhe elegeu para isto."

quinta-feira, 19 de julho de 2018

APRESENTAÇÕES VOLTADAS À CRIANÇADA MARCAM 2ª NOITE DE NOVENÁRIO


Com uma programação voltada ao público infantil, a quermesse dos padroeiros recebeu um ótimo público na noite desta quarta-feira, 18. A criançada sorriu e se emocionou com belas apresentações no palco da festa.



Ressaltamos o empenho e dedicação da Pastoral da Juventude, que com competência e brilhantismo elevam o nível das apresentações culturais. Como diz o ditado: missão dada, é missão cumprida!


Mais cedo, o Padre Inácio Teixeira, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes, Areia Preta, Natal, refletiu o seguinte tema da noite: Na experiência de Maria, o dízimo foi também seu serviço de amor.